Eleito com discurso anticorrupção, Bolsonaro esconde a sujeira atrás de sigilo de 100 anos e informações privilegiadas para impedir investigações

 Eleito com discurso anticorrupção, Bolsonaro esconde a sujeira atrás de sigilo de 100 anos e informações privilegiadas para impedir investigações

Repdrodução

Nos últimos dias, o escândalo do MEC, envolvendo pastores e o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro foi mais um dos episódios em que o presidente fez de tudo para ocultar informações que, certamente o colocariam em situação delicada, afinal, quem não deve, não teme.

O GSI (Gabinete de Segurança Institucional) decretou sigilo de 100 anos nas reuniões entre o presidente Jair Bolsonaro (PL) e pastores que teriam negociado recursos do Ministério da Educação com prefeitos. Depois de manifestação da CGU, acabou divulgando os dados.

Não se tratou de um caso isolado: o Planalto já recorreu ao mesmo expediente para colocar em segredo um processo administrativo contra o ex-ministro Eduardo Pazuello (Saúde) e o cartão de vacinação de Bolsonaro.

As justificativas variam. Citando a LAI (Lei de Acesso à Informação), o governo afirma em alguns casos que o sigilo foi decretado por envolver dados pessoais e sem interesse público. Outros argumentos usam a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), dizendo que a publicidade de informações pode colocar a vida do presidente em risco.

Em risco mesmo, foram colocadas as vidas de milhões de brasileiros que ficaram a mercê das vontades e incompetente gestão de Bolsonaro diante da Pandemia de Covid-19.

O presidente que se diz cristão e, em inúmeras oportunidades agiu com absoluta falta de compaixão e respeito pela vida do próximo, por todos os que perderam parentes e amigos, com declarações como: “E daí, não sou coveiro…”.

É assim que grande parte da população brasileira está enojada com o atual governo. Bolsonaro mentiu e mente descaradamente em seu discurso anticorrupção, deixando claro que, nos bastidores da sua administração, existem fatos, não boatos obscuros.

Mais Notícias