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Hamas não quis libertar mais mulheres reféns, diz Casa Branca


O conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, durante entrevista coletiva nesta segunda-feira (4)
O conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, durante entrevista coletiva nesta segunda-feira (4)| Foto: EFE/EPA/SAMUEL CORUM

O governo dos Estados Unidos
afirmou nesta segunda-feira (4) que a prorrogação do acordo de trégua entre
Israel e o Hamas não aconteceu porque o grupo terrorista palestino se negou a
libertar mais mulheres que estão como reféns em Gaza. Essa decisão fez com que Israel
abandonasse o acordo de pausa nas hostilidades que havia sido assinado em 24 de
novembro e terminou na última sexta-feira (1º).

“O Hamas está se recusando a libertar mulheres civis que deveriam fazer parte do acordo e é essa recusa do Hamas que causou o fim do acordo de reféns e, portanto, o fim da pausa nas hostilidades”, disse em uma coletiva de imprensa concedida nesta segunda-feira, o conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Jake Sullivan.

Sullivan também afirmou que o
presidente democrata Joe Biden está “pessoalmente envolvido” nos esforços para
resgatar os cerca de 137 reféns, incluindo nove americanos, que ainda estão nas
mãos dos terroristas do Hamas na Faixa de Gaza.

O conselheiro disse ainda que conversou com autoridades de Israel, Egito, Catar e outras nações durante o último final de semana visando buscar uma solução diplomática para o conflito. Tanto Biden quanto Sullivan se encontraram recentemente com familiares de alguns dos americanos sequestrados pelos terroristas do Hamas durante os ataques realizados contra Israel no dia 7 de outubro.

“O que essas famílias estão passando é doloroso. É de cortar o coração e é inimaginável, impensável para qualquer um de nós”, disse Sullivan sobre o encontro.

O acordo de trégua firmado no dia 24 de novembro foi mediado pelo Egito, EUA e pelo Catar, e resultou na libertação de 105 reféns israelenses de Gaza e 210 prisioneiros palestinos que estavam cumprindo pena em prisões de Israel. A trégua também serviu para viabilizar a entrada de ajuda humanitária no enclave palestino.



Fonte: Gazeta do Povo

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