A ausência de um posicionamento do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, acabou inviabilizando a visita que Michelle Bolsonaro pretendia fazer ao ex-presidente Jair Bolsonaro nesta quinta-feira (18). O pedido foi protocolado pela defesa, mas ainda não recebeu despacho.
De acordo com o advogado João Henrique de Freitas, a solicitação buscava autorizar de forma contínua a entrada da ex-primeira-dama nos dias permitidos pela própria Polícia Federal, especificamente às terças e quintas-feiras. Como não houve resposta dentro do prazo esperado, a visita não pôde ser realizada.
Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão na Superintendência Regional da Polícia Federal, após condenação relacionada aos atos de 8 de janeiro. A defesa sustenta que a indefinição causa prejuízos não apenas ao ex-presidente, mas também aos familiares.
No mesmo requerimento, os advogados também pediram autorização para que Eduardo Torres, irmão de Michelle, continuasse responsável pelo transporte das refeições destinadas a Bolsonaro, todas submetidas a fiscalização dos agentes federais antes da entrega.
Enquanto não há manifestação oficial do ministro sobre o caso, os pedidos seguem pendentes e novas visitas permanecem sem liberação.



