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Aos 40 anos, Claudia Melo celebra 2ª gestação após doença: ‘O tempo de Deus não tem idade’



Claudia Melo, conhecida pelo papel da âncora Paula Viana na série Arcanjo Renegado, do Globoplay, acaba de anunciar sua segunda gravidez — 12 anos após o nascimento de Edward, seu primeiro filho. A gestação, já celebrada pelos seguidores da artista nas redes sociais, também carrega um significado profundo: a jornalista e atriz, de 40 anos, acreditava que jamais poderia engravidar novamente.”Eu tive endometriose, hipertireoidismo, pressão alta e diabetes gestacional na primeira gravidez. Sempre ouvi que uma segunda gestação seria improvável. Eu aceitei. Eu já era mãe, já estava realizada. Mas Deus decidiu me surpreender”, conta em entrevista à Quem.Sem tratamento, sem tentativas planejadas e sem expectativa, a atriz descobriu a gravidez de forma totalmente inesperada, uma notícia que ela descreve como “um milagre que a medicina não previu”. Vivendo um momento de efervescência profissional, Claudia segue em gravações, desenvolve projetos para TV, eventos e redes sociais, e mantém presença ativa nos debates sobre maternidade, autoestima e a reinvenção feminina após os 40.”Quero que a minha história alcance mulheres que já se sentiram ‘fora do tempo’. Porque eu também já me senti assim. Hoje eu vivo a prova de que o tempo de Deus não tem idade”, reflete a atriz, que espera mais um menino, que vai se chamar Liam, e está previsto para nascer em março.O que é a endometriose?É uma das condições ginecológicas mais comuns. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), cerca de 10% da população feminina brasileira sofre com os sintomas da doença. Pessoas com endometriose requerem cuidados especiais, porém, muitas vezes, o diagnóstico é feito de forma tardia, o que pode prejudicar a qualidade de vida das pacientes com essa condição.A endometriose é uma doença causada pela presença de um tecido chamado endométrio fora da cavidade uterina. O endométrio é um tecido de glândulas que reveste a cavidade uterina por dentro, e que cresce todo mês, estimulado pelo estrogênio produzido pelos ovários para formar um “ninho” para receber um ovo fecundado. Se não há fecundação, os ovários passam a produzir progesterona que é responsável pela atrofia e desabamento desse tecido de glândulas, que é a menstruação que a mulher tem todos os meses.O útero é uma cavidade com três pontos de saída para a menstruação, sendo a principal delas, o orifício do colo uterino na vagina, que exterioriza a maior parte do fluxo menstrual. Porém, existem mais dois pontos de saída para menstruação: os orifícios das tubas uterinas, que também permitem a saída de fluxo menstrual, mas para dentro da cavidade abdominal. Na maioria das mulheres, essa pequena quantidade de menstruação que cai na cavidade abdominal é rapidamente neutralizada e destruída pelas células de defesa do peritônio, tecido de revestimento da cavidade abdominal.Em algumas pacientes, por um déficit da ação dessas células de defesa, esse tecido endometrial não é destruído, se implanta no peritônio e passa a responder mensalmente aos estímulos dos hormônios produzidos pelos ovários. Sendo assim, mensalmente, esse tecido endometrial cresce na primeira fase do ciclo e sangra na segunda fase. O sangue é um potente fator de irritação e inflamação do peritônio, além de um importante fator causador de aderências, devido aos fatores de coagulação.”Toda essa sequência de acontecimentos causa dor, inflamação pélvica e é um processo progressivo que piora com o passar do tempo”, explica o médico ginecologista Alexandre Silva e Silva. “Essa é apenas uma teoria dentre outras que tentam esclarecer o surgimento da doença que causa tanto sofrimento às mulheres por ela acometidas”, acrescenta o médico.Claudia MeloVanessa Freitas/DivulgaçãoClaudia MeloVanessa Freitas/DivulgaçãoClaudia MeloVanessa Freitas/Divulgação





Fonte: TV Alagoas

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