Estrear como madrinha de bateria envolve mais do que brilho e visibilidade. Em seu primeiro ano no posto, na Acadêmicos do Tatuapé, Karol Rosalin afirma ter entendido que a função exige preparo físico, equilíbrio emocional e responsabilidade com a comunidade da escola. Segundo ela, essa percepção já chegou durante o primeiro ensaio técnico. “Quando a bateria começa, você entende que não é sobre estética, é sobre representar uma comunidade e respeitar uma história”, afirmou à Quem.Karol RosalinDivulgação / Carnaval 2026E todo esse preparo incluí também o financeiro. O investimento total para a estreia foi de aproximadamente R$ 50 mil. O valor contempla a fantasia, equipe de apoio, aulas de samba, treinos físicos e demais custos ligados à preparação para o desfile.Com enredo voltado para a natureza, a fantasia aposta em cores vibrantes e elementos que valorizam movimento e impacto visual na avenida. “A fantasia é muito viva, uma cor vibrante, tem tudo a ver com o enredo da escola esse ano. A ideia vem do carnavalesco, e a gente coloca nossa identidade. Cada detalhe foi desenvolvido com muito cuidado. Modelagem, pedrarias, movimento e encaixe no corpo”, explicou.Para assumir o posto, Karol intensificou a rotina com aulas de samba, treinos físicos e acompanhamento alimentar. “A preparação realmente ficou intensa, principalmente nas aulas de samba e na disciplina com treinos e alimentação. Tive momentos de cansaço, sim, mas sempre respeitei meus limites. Minha prioridade era evoluir com saúde e constância”, disse.Karol RosalinDivulgação / Carnaval 2026Pressão da estreiaA influenciadora também reconhece que existe expectativa em torno das madrinhas de bateria, especialmente quando se trata da primeira vez na função. “”Existe uma pressão, principalmente na estreia. Mas eu escolhi focar em entregar o meu melhor, e não em ser perfeita. Me preparo muito, mas também mantenho equilíbrio emocional. Carnaval é energia e verdade”, contou.Sobre o momento do desfile, ela resume a sensação em uma palavra: “Gratidão”. Segundo Karol, a intenção é aproveitar a experiência. E, após o desfile, irá comemorar ao lado das pessoas mais próximas: “Quero celebrar com as pessoas que estiveram ao meu lado nesse processo. Algo íntimo, leve, mas muito significativo. Independente de qualquer resultado, já foi um ano de crescimento enorme para mim.”
Fonte: TV Alagoas



