Lore Improta, de 32 anos, não imaginava dez anos atrás que hoje estaria com uma carreira consolidada, casada há cinco anos com Léo Santana, de 37 anos, e esperando o segundo filho com o cantor, com quem já tem Liz, de quatro anos. Em entrevista à Quem, realizada durante o ensaio fotográfico exibindo a barriguinha, em um estúdio de São Paulo, a dançarina, influenciadora, empresária e musa pé-quente da Viradouro relembrou o começo da sua trajetória, aos nove anos, quando foi convidada a se juntar ao time de dançarinos do projeto infantil de Carla Perez, Algodão Doce, e explicou o motivo de ter priorizado muitas vezes os estudos às oportunidades diante dos holofotes. “Meus pais sempre deixaram claro que o principal foco tinha que ser o estudo. Mesmo assim, eles apoiavam a minha paixão pela dança. Eles me levavam ao show da Carla, minha mãe ia atrás das roupas, meu pai me acompanhava nos compromissos… Existia um prazer deles em me ver realizada ali, mas também um compromisso com os meus estudos”, relembrou a baiana, que estimulada desde pequena a correr atrás dos seus sonhos, nunca deixou sua carreira de lado para seguir o companheiro, mesmo quando parte da sociedade esperava isso dela. “O Léo foi criado vendo a mãe trabalhando dentro de casa, assim como a irmã. Ele nunca me proibiu de trabalhar, mas ele também queria uma mulher que cuidasse da casa, que cozinhasse, passasse roupa… Mas eu falava assim: ‘Léo, não dá para mim. Não consigo ser dona de casa e trabalhar’. Ele trouxe isso por conta da criação dele, mas a gente conversou e ficou tudo bem. Desde esse momento, enquanto a gente ainda namorava, ele se tornou um grande incentivador. Ele vibra com as minhas conquistas e me estimula a correr atrás. Nunca existiu o papo de ‘está viajando muito’ ou ‘trabalhando muito’. Ele está sempre me incentivando nos comentários e repostando tudo o que eu faço. Às vezes até publicidade minha que ele nem foi pago para compartilhar (risos)”, enfatizou. Lore ImprotaLéo FáriasAmbos empoderam a primogênita a ser quem ela quiser. A pequena ama gravar vídeos para as redes sociais, dançar nas apresentações da escola e, recentemente, brilhou ao gravar canções para o projeto infantil da mãe, o Galeroca, e ao dançar muito ao lado do pai no trio elétrico que ele comandou durante o Carnaval de Salvador. “A gente conversa muito com ela, mas acho que as escolhas dela no futuro serão de forma leve e natural. Hoje, ela faz os trabalhos dela. A gente não mexe neste dinheiro; ele está guardado. Ela entende que é um trabalho e faz sem nenhum esforço. Ela sabe posar e se portar para a câmera porque ela vê os pais fazendo isso desde que nasceu. Não tenho como frear isso.”Grávida de seis meses de um menino, Lore confessou que sonha em ter um programa de TV, mas afirmou que se sente realizada com tudo o que já conquistou: “Se vier a oportunidade, vou agarrar, mas já estou muito realizada e grata a Deus por tudo o que eu tenho”. Lore ImprotaLéo FáriasNeste ano, rolou uma trend comparando 2016 com 2026. A Lore de dez anos atrás imaginava que estaria hoje casada, com dois filhos e com uma carreira consolidada?Não! Nunca fui uma pessoa de construir através de sonhos. Sempre quando me perguntam em entrevistas qual é o meu sonho ou objetivo, eu respondo: ‘Cara, não sei. Estou bem agora’. Eu sou muito de acreditar no que Deus quer para mim e para minha carreira. Sempre fui uma menina de muita fé e confiei muito nos planos de Deus. Então, não tinha dúvida que Ele estava preparando um futuro para mim muito incrível. Mas não me imaginava casada, com dois filhos e com uma carreira que me dá independência financeira e me faz realizar muitos sonhos. Mas você planejou desfilar grávida neste Carnaval…Sim! Tudo planejado! Inclusive, eu olhei para o Léo: ‘Olha, hoje é o dia, amor. Tem que ser hoje, vamos nessa’. Ele até dizia: ‘Que negócio chato assim programado’. Mas tinha que ser assim, com dia planejado porque se passasse do mês, não poderia mais engravidar por causa do Carnaval. A gente tinha uma data limite. A médica não queria que eu estivesse nos três primeiros meses de gravidez vivendo o Carnaval. Independentemente do meu trabalho, a gente tinha uma questão também com o Léo. Deus me livre, mas se tivesse acontecido alguma coisa nesses três primeiros meses, e eu precisasse ficar de repouso, não ia só me atingir, mas também abalar muito a carreira dele. Ele não ia conseguir fazer um show tão tranquilo. Então, foi pensando justamente na nossa Copa do Mundo, que é o Carnaval, que a gente tomou essa decisão.”Não me imaginava casada, com dois filhos e com uma carreira que me dá independência financeira e me faz realizar muitos sonhos”Você desfilou com seis meses e esbanjou ânimo. Compareceu aos ensaios, à celebração do título na quadra do Viradouro e ao desfile das Campeãs… Muita gente ficou preocupada por conta daquele estigma de que a mulher grávida tem que ficar mais de repouso. Como você lidou com isso?Foi transformador para mim também. A mulher grávida já tem um medo. A gente já carrega uma culpa antes mesmo da criança nascer. A gravidez da Liz foi durante a pandemia, em outro cenário. Eu não saía de casa, não dançava, não treinava… Não fazia um terço do que eu faço nesta gestação. Então, eu tinha uns medos que me colocavam neste lugar de fragilidade. Me perguntava sempre: ‘Será que pode? Será que dá?’. Eu não vivenciei isso na minha gestação anterior. Tinha muita gente que se preocupava mesmo, mas também li muitos comentários pesados, de gente falando: ‘Vai perder o neném assim’. Tive que administrar tudo isso na minha cabeça. Mas tenho uma rede de médicos e profissionais que cuidam de mim e me garantiram que dançar me fazia feliz e era bom para o neném. Além disso, eu estava com a saúde boa. Não estava enjoando, não tinha deficiência de vitaminas, com o colo do útero bom… Obviamente, a gente está ali todas as vezes fazendo ultrassom. Se tivesse qualquer probleminha, eu ia parar. Mas as minhas médicas me liberaram para voltar a treinar com um mês de gestação. Eu treinava com muito medo mesmo assim. Diminuí todas as minhas cargas mesmo elas falando que dava para treinar com a mesma carga. Lore ImprotaLéo FáriasFez uma preparação para o Carnaval específica por estar grávida?Não tem uma preparação específica para gravidez. A gente diminuiu a carga e o ritmo dos treinos. Durante o samba, eu tinha que estar ali monitorando os batimentos cardíacos. Eu usava um anel que fica medindo os meus batimentos para ver se estava ultrapassando o limite. Acho que o que me ajudou muito é que eu já tinha uma vida muito saudável. Sempre cuidei muito da minha alimentação, hidratação e da rotina de treinos e de sono. Então, o meu corpo já estava preparado e com mais musculatura e energia. Claro que passei a me hidratar muito mais do que o comum. Antes, em um ensaio, eu só sambava, sambava e sambava. Nem bebia muita água para acostumar o corpo para o desfile mesmo. Desta vez, parava para beber água e para ir ao banheiro. Não segurava o xixi. Falando de uma forma mais ampla sobre maternidade, o que se tornar mãe da Liz te ensinou?A Liz me ensinou mais sobre o diálogo. Já tive uma criação que não foi na base da surra e do castigo, mas na base de muita conversa. Sempre acreditei muito nesse modelo de educação, mas sou uma pessoa muito prática e objetiva no meu dia a dia. Achava que eu não ia ter essa paciência do diálogo, sabe? Pensava que eu fosse ser o tipo de mãe que ao ser questionada, ‘Por que eu tenho que fazer isso?’, responderia, ‘Porque tem que fazer’. E sou totalmente o contrário disso como mãe. Tenho muita paciência na hora de educar e dialogar. Sou muito transparente com ela. Acho que isso respingou em outras partes da minha vida, não só na maternidade, e me deu mais confiança. Sempre fui uma mulher muito empoderada e muito resoluta, mas eu escutava muitas pessoas, principalmente no profissional. Mesmo com a minha intuição dizendo que aquilo não era legal, eu escutava o outro por achar que ele sabia mais do que eu. Na maternidade não tem isso. Não dá tempo de pesquisar quando precisa educar o seu filho; é muito na base da intuição. Comecei a escutar mais a minha intuição após me tornar mãe. Não quer dizer que eu não escute a opinião dos outros. Considero o que foi dito e entro em consenso com a minha própria opinião antes de tomar uma decisão. Consigo sustentar com mais segurança a minha opinião. “Sempre fui uma mulher muito empoderada, mas eu escutava muitas pessoas. Hoje consigo sustentar com mais segurança a minha opinião” Mesmo durante a gravidez e os primeiros anos de vida da Liz, você nunca deixou de lado a sua realização pessoal e profissional. Como foi não abrir mão de você diante de tanta pressão para que você fosse apenas mãe?Passei muito por esse julgamento na internet. As pessoas falavam: “Está deixando a filha em casa para fazer isso ou aquilo”. Escutei esse tipo de comentário quando estava no baby blues (ou melancolia pós-parto), que é uma fase muito difícil. Minha médica dizia assim: “Para sua filha ser uma criança feliz, você precisa estar feliz e inteira. Não adianta eu falar para você não trabalhar e deixar de fazer o que ama. Você vai ficar cansada, triste e depressiva e não vai conseguir se doar completamente para ela”. Então, a partir dessa fala, eu comecei a me apoderar mais ainda para sustentar e defender as minhas escolhas. Quando lia comentário como ‘você está viajando muito’. Respondia: ‘Estou e vou continuar’. Tive uma época de ser bem irônica mesmo nas respostas. Eu falava: ‘Se você está se incomodando com o que eu posto no meu perfil, não vou deixar de viajar a trabalho e de acompanhar o meu marido, assim como não vou deixar de estar presente e ter tempo de qualidade com a minha filha’.Por falar na criação da Liz, ela é muito desenvolvida para a idade dela. Temos visto que ela já tem apresentado um lado artístico aflorado. Como você faz para dosar isso?A gente não tem muito essa preocupação em blindar a Liz, assim. Ela já vive muito nas esferas dela. Também sempre instruímos muito a Liz sobre quem são os seus pais e como ela deve se portar. Ela não traz o ponto de sermos famosos para a rotina dela. Ela tem uma vida normal. Faz as atividades dela, interage de uma forma natural com as crianças, está em uma escola em que as pessoas a tratam como qualquer outra criança… Eu tinha muito essa preocupação de criar uma criança pé no chão. Não queria ter que tirar a minha filha escola por ela ser muito assediada. Ela é uma criança normal. Obviamente, tem pessoas que tiram fotos, mas ela entende esse lugar. Também não temos uma preocupação em relação a ela se tornar uma artista. A gente vê que ela está feliz e deixa ela ser feliz. Ela gosta de se apresentar, se maquiar e cantar. A gente sempre assiste às apresentações dela, mas entende as responsabilidades dela com estudo e atividades extracurriculares. Eu comecei esse lado artístico bem pequena também. Sempre gostei de aparecer e de dançar, mas nunca deixei de estudar. Ela vive neste universo da arte também…Hoje ela tem mais consciência que tem acesso a algumas coisas que outras crianças não têm. Vai para os shows do Léo, me acompanhou um pouco Carnaval… Ela está entendendo mais. A gente conversa muito com ela, mas acho que as escolhas dela no futuro serão de forma leve e natural. Hoje, ela faz os trabalhos dela. A gente não mexe neste dinheiro; ele está guardado. Ela entende que é um trabalho e faz sem nenhum esforço. Ela sabe posar e se portar para a câmera porque ela vê os pais fazendo isso desde que nasceu. Não tenho como frear isso. Ela ama maquiagem porque vê eu me maquiando todos os dias. Ela quer pintar as unhas, tudo bem, mas compro produtos para a idade dela.Lore ImprotaLéo FáriasLore ImprotaLéo FáriasVocê começou aos nove anos no grupo infantil de dança do Bloco Algodão Doce da Carla Perez. Como foi lidar tão cedo com o assédio e os compromissos profissionais? Comecei a trabalhar e a ficar conhecida muito cedo. Obviamente não tinha esse boom da internet, mas eu já dava autógrafos e tirava fotos com os fãs. Eu era muito popular na escola também. Tudo começou em um shopping. Eu estava andando e um produtor me parou para perguntar se eu queria imitar a Carla Perez. Falei: ‘Claro’. E aí comecei a construir essa história. Mas meus pais sempre deixaram claro que o principal foco tinha que ser o estudo. Mesmo assim, eles apoiavam a minha paixão pela dança. Eles me levavam ao show da Carla, minha mãe ia atrás das roupas, meu pai me acompanhava nos compromissos… Existia um prazer deles em me ver realizada ali, mas também um compromisso com os meus estudos. Acho que de uma certa maneira, vivo isso com a Liz.”Liz faz os trabalhos dela. A gente não mexe neste dinheiro. Ela entende que é um trabalho e faz sem nenhum esforço”E mesmo quando você participou do concurso para Bailarina do Faustão, e venceu, em 2015, não deixou de estudar. Imagino que muitas pessoas te estimulavam a largar tudo e até Salvador para seguir carreira na TV. O que fez você persistir nos estudos e se formar em Publicidade e Propaganda?Eu via muito o esforço dos meus pais. Minha mãe virava a noite como doceira para poder me dar um estudo de qualidade. Para finalizar a faculdade, eu precisei estudar muito para ganhar um prêmio de mérito acadêmico e ter uma bolsa de estudos. Então, tudo foi muito suado. Não tinha como eu largar tudo e falar: “Agora vou viver isso”. Eu tinha muito comprometimento com os meus pais porque via o comprometimento que eles tinham comigo. Me dar um estudo de qualidade sempre foi prioridade para eles. Eu fiz o TCC enquanto participava do concurso do Faustão. Ia toda semana para Salvador e retornava para o Rio. Foi um período muito desafiador, mas que valeu muito a pena. Hoje tenho o meu diploma e falo inglês fluente.Quando você se casou com o Léo, muita gente pensava e dizia: “Deixa tudo para ser a esposa dele e acompanhá-lo na estrada”. Você nunca aceitou esse papel. Ele nunca exigiu isso de você? O Léo foi criado vendo a mãe trabalhando dentro de casa, assim como a irmã. Ele nunca me proibiu de trabalhar, mas ele também queria uma mulher que cuidasse da casa, que cozinhasse, passasse roupa… Mas eu falava assim: ‘Léo, não dá para mim. Não consigo ser dona de casa e trabalhar’. Ele falou: ‘Tudo bem. Eu entendo’. Ele trouxe isso por conta da criação dele, mas a gente conversou e ficou tudo bem. Desde esse momento, enquanto a gente ainda namorava, ele se tornou um grande incentivador. Ele vibra com as minhas conquistas e me estimula a correr atrás. Nunca existiu o papo de ‘está viajando muito’ ou ‘trabalhando muito’. Ele está sempre me incentivando nos comentários e repostando tudo o que eu faço. Às vezes até publicidade minha que ele nem foi pago para compartilhar (risos). Então, isso nunca foi uma questão no nosso relacionamento. Sei que muitas mulheres têm que ceder por conta da sociedade machista. Se ele fosse esse tipo de cara a gente não estaria junto hoje. Lore ImprotaLéo FáriasVocê agora vai trazer um menino ao mundo. Se preocupa já em como criar um homem nesta sociedade ainda machista?A gente vai aprendendo muito no nosso dia a dia, com as coisas que vão acontecendo, mas com certeza eu também vou trazer muito desse empoderamento que eu tenho para ele. Ele também vai ter os exemplos dentro de casa, dos pais. Acredito que a gente eduque muito com os nossos próprios exemplos. Por exemplo, a Liz vê o carinho que eu recebo do pai dela, como ele me trata, como é a nossa relação… Então, acho que a gente não precisa ficar explicando muito quando ela consegue visualizar nos exemplos. Ela vai entender que precisa receber amor onde ela escolher estar. O menino também. Vamos criando os dois conforme as situações do dia a dia. Não tem livro de receitas.”Na maternidade não dá tempo de pesquisar quando precisa educar o seu filho; é muito na base da intuição”Como está essa gestação em relação a de Liz? Sente muitos enjoos?A que deu mais enjoo com certeza foi a de Liz. Foi um pouco traumatizante para mim, por isso que eu acho que eu demorei um pouco mais para ter essa segunda gestação. A gestação de Liz foi no meio da pandemia, então eu ficava muito em casa, dava um melhor conforto para mim por conta dos enjoos. Mas agora, nesse ritmo de vida de Carnaval e trabalho e tudo misturado, eu tinha muito medo de ter uma gestação como eu tive a de Liz, porque eu ficava muito fraca, eu não conseguia comer. Eu tinha muita queda de pressão, muito sono, falta de energia. Então, se eu tivesse uma gestação igual a de Liz, eu não ia conseguir trabalhar. Eu tinha um pouco de receio com isso. E os desejos?Na gestação da Liz, eu tive desejo de algumas comidas. Eu nunca tive nada mirabolante, de comer tijolo, esses negócios que algumas mulheres falam que têm. Mas eu tive um desejo num domingo à noite, era 11 horas da noite, de comer uma feijoada. Léo falou: ‘feijoada em pleno domingo, onde é que eu vou achar?’ Eu falei ‘te vira’. E ele conseguiu com uma pessoa que ele conhecia de infância, que levou feijoada pra gente num domingo. Essa gestação agora eu não tive ainda, só tenho muita vontade de comer macarrão instantâneo.Lore ImprotaLéo FáriasQuando o nome do menino será revelado?Eu quero revelar com o Léo. Na verdade, de fato, a gente tem alguns nomes que a gente gosta bastante, mas a gente quer fazer isso com calma. É um passo muito importante escolher o nome de um ser humano. Eu ainda estou na tentativa aqui com Deus de mandar o nome também em um sonho para mim, igual foi com o da Liz. Nós estamos testando, começando a chamar o neném pelo nome, para ver se faz sentido. Só digo que não vai ser Lorenzo! Para finalizar, você hoje é dançarina, empresária, influenciadora, musa da Viradouro… Além disso, lançou Galeroca, série musical voltada para o público infantil. Você disse que não faz muitos planos, mas qual o seu sonho?Eu tenho o desejo muito grande de ter o meu próprio programa, mas se não der certo, já me sinto realizada. Eu sou muito comunicativa e tenho uma abertura com um público bem amplo, então acho que seria muito confortável e prazeroso apresentar um programa. Se vier a oportunidade, vou agarrar, mas já estou muito realizada e grata a Deus por tudo o que eu tenho. Lore ImprotaLéo Fárias
Fonte: TV Alagoas



