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Após internação, ex-panicat Carol Dias revela síndrome que afeta de 15% a 20% das mulheres



A ex-panicat Carol Dias, de 38 anos, voltou às redes sociais neste fim de semana para dar notícias sobre sua internação no Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Na última terça-feira (24), ela contou que foi ao hospital após sentir fortes dores no baixo ventre e estava fazendo uma bateria de exames, mas ainda não tinha um diagnóstico. “Boa noite, meus amores! Como é que vocês estão? Muito obrigada pela preocupação e pelo carinho de vocês. Eu sempre abro o que está acontecendo. Saí do Oswaldo Cruz, fui muito bem recebida. Fiquei ali alguns dias; vamos torcer para que eu não tenha que voltar e mantenha a imunidade boa. Ainda estou com algumas dores. O que eu tenho é uma espécie de ‘fibromialgia da bexiga’. O médico me explicou que se chama síndrome da bexiga dolorosa, então dói mesmo o baixo ventre”, contou.Carol — que hoje em dia é educadora financeira — disse que já vinha sentindo dores há um tempo, mas foi inevitável prolongar a ida ao médico. “Fiquei enrolando e chegou uma hora em que tive que parar e fazer vários exames. Graças a Deus que consigo ter um bom médico e agradeço por ter descoberto o que tenho. Ainda tenho que fazer um outro exame final. Graças a Deus tudo vai caminhando. Ainda estou cansada. Ainda vou fazer uma biópsia da bexiga, mas estou mais tranquila”, afirmou.A influenciadora detalhou seus sintomas, especialmente para as mulheres. “Eu sempre achava que estava com infecção urinária porque sentia muita dor no baixo ventre e ia várias vezes urinar, e às vezes parecia que ia, mas não tinha nada. E aí eu comecei a sentir dificuldade para urinar; eu tinha que me concentrar muito e eu nunca tinha passado por isso. Então, se você sentir algo assim, procure saber se não pode ser algo como o que eu tenho”, aconselhou.Após internação, ex-panicat Carol Dias revela síndromeO que é a síndrome da bexiga dolorosa?Também conhecida como cistite intersticial, a síndrome da bexiga dolorosa é uma condição muito debilitante que chega a afetar de 15% a 20% das mulheres em todo o mundo. É uma dor crônica na parede da bexiga com duração de até seis meses.Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa. Mas, geralmente, são: dor no “pé da barriga”, o hipogástrico, sempre relacionada à urina; urgência de urinar; dor no enchimento da bexiga, que geralmente diminui quando a paciente urina; dor antes, durante ou após a menstruação; diarreia ou constipação crônica; e dor durante ato sexual.Não há um tratamento definitivo para a condição. Segundo especialistas, o que se faz hoje em dia é tentar controlar e diminuir a dor por meio de medidas comportamentais, passando pela fisioterapia pélvica até a medicação.Também tem crescido, no mundo todo, o uso do derivado da maconha, o canabidiol, para aliviar as dores. No entanto, quando é necessário o uso de medicamentos controlados, os médicos optam por cistoscopia e uso de toxina botulínica. Fonte: José Alexandre Araújo, urologista e coordenador da Urologia Feminina do Hospital Federal do Andaraí e da Oncologia Urológica do Hospital de Câncer Mário Kroeff





Fonte: TV Alagoas

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