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Dia das Mães: conheça mulheres que criaram marcas com sabor de memória afetiva



No universo da gastronomia, muitas histórias começam dentro de casa. Entre receitas, rotina e afeto, algumas dessas trajetórias evoluem para algo maior: negócios estruturados, com identidade própria e presença consolidada no mercado.Neste Dia das Mães, três nomes mostram como essa construção acontece na prática. Mulheres que não apenas criaram marcas, mas sustentam operações, tomam decisões e ocupam posições de liderança em um setor altamente competitivo.Helena Murucci: da produção artesanal à construção de marcaÀ frente do Antiquário do Breganha e da marca Tutto Nhoque, no Rio, Helena Murucci construiu uma trajetória que começa de forma simples, mas evolui com visão de negócio.Antes dos restaurantes, a produção era caseira: massas feitas no dia a dia, distribuídas diretamente para clientes e estabelecimentos. A base vinha da memória afetiva, mas o crescimento exigiu organização, escala e posicionamento.Chef Helena Murucci, do Antiquário do Breganha e Tutto NhoqueTomás VélezA Tutto Nhoque nasce desse movimento e se estrutura como marca, expandindo operações e consolidando uma identidade baseada na cozinha italiana artesanal, com padronização, consistência e reconhecimento de mercado.Já o Antiquário do Breganha representa um segundo momento, mais autoral e estratégico. O espaço combina gastronomia, conceito e experiência, criando um ambiente híbrido que se diferencia pela proposta e pela construção de narrativa.Mais do que cozinhar, Helena construiu um negócio com linguagem própria e soube transformar repertório em posicionamento.Marianna Penido, Carolina Cesário e o Carioca da Gema: gestão, consistência e legadoHá 25 anos, o Carioca da Gema se mantém como um dos endereços mais relevantes da cena cultural do Rio de Janeiro. À frente da casa de samba desde o início, Marianna Penido e Carolina Cesário Alvim construíram uma operação sólida em um setor marcado por instabilidade. Sustentar um negócio por mais de duas décadas, especialmente na noite carioca, exige gestão, adaptação e leitura constante de mercado.Mais do que uma casa de shows, o Carioca da Gema se consolidou como um ativo cultural, com programação consistente e posicionamento claro.Carolina Cesário, Pedro Henrique e Marianna Penido, do Carioca da GemaTomás VélezAgora, a operação entra em um novo momento. Pedro Henrique, filho de Marianna e sobrinho de Carolina, passa a dividir a liderança da casa, trazendo uma visão contemporânea e ampliando as possibilidades do negócio.É uma transição construída com estratégia, onde tradição e inovação coexistem. Um exemplo de como a liderança feminina também se traduz em continuidade e formação de legado.Sônia: escala, operação e a força do negócio construído no dia a diaNa Congelados da Sônia, o ponto de partida também é a cozinha, mas o que se constrói vai além. Dona Sônia transformou a produção doméstica em uma operação estruturada, criando um negócio baseado em eficiência, padronização e escala.A marca cresce apoiada em pilares claros: praticidade, qualidade e consistência. Atende diferentes perfis de público e se posiciona em um mercado cada vez mais competitivo, mantendo a proposta original, mas adaptando-se às demandas atuais.Mais do que uma marca de alimentos, é um modelo de negócio que nasce do cotidiano, mas se sustenta pela gestão.Sônia Maria, do Congelados SôniaTomás VélezEmpreender, sustentar e crescerApesar das diferenças entre os negócios, há um ponto em comum entre essas histórias. Todas começam no mesmo lugar, mas não permanecem nele.O que transforma essas trajetórias em marcas consolidadas é a capacidade de estruturar processos, sustentar operações e evoluir com o mercado. É a transição do afeto para a gestão, da cozinha para o negócio.





Fonte: TV Alagoas

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