Artista teria violado medidas cautelares em 22 ocasiões entre outubro e novembro de 2025
Foto: Érica Martin/Agência O Dia/Estadão Conteúdo / Mauro responde por tentativa de homicídio contra o delegado Moyses Santana Gomes e o oficial Alexandre Alves Ferraz
A Justiça do Rio de Janeiro determinou nesta terça-feira (3) novamente a prisão preventiva de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como “Oruam”. A medida foi determinada pela 3ª Vara Criminal da Comarca da Capital.
O artista estava em liberdade por liminar concedida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que atendeu a um pedido de habeas corpus. Oruam é investigado por tentativa de homicídio qualificado.
Segundo a juíza Tula Corrêa de Mello, houve diversos descumprimentos das medidas cautelares, impostas em alternativa a prisão. Ele estava proibido de circular durante a noite, entrar em áreas de risco, se comunicar com outros investigados e devia ser monitorado por meio de tornozeleira eletrônica.
Os relatórios da Coordenação de Monitoração Eletrônica da Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP-RJ), apontaram que o artista descumpriu o recolhimento domiciliar noturno por diversas vezes e esteve longos períodos com a tornozeleira desligada, totalizando 22 incidentes entre outubro e novembro de 2025.
Oruam responde por tentativa de homicídio contra o delegado Moyses Santana Gomes e o oficial Alexandre Alves Ferraz, ambos da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro em operação de busca e apreensão da Polícia Civil para apreender um menor de idade acusado de tráfico de drogas e crimes patrimoniais, em 22 de julho de 2025 na casa do funkeiro. O artista e outras sete pessoas arremessaram pedras nos agentes.
Willyam Matheus Vianna Rodrigues Vieira, Pablo Ricardo de Paula Silva de Morais e Victor Hugo Vieira dos Santos também são réus no processo.
Fonte: TV Alagoas



