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Mães de trigêmeos, Fátima Bernardes e Poliana Abritta homenageiam cientista que foi uma das responsáveis pela FIV



A Fertilização in Vitro (FIV), descoberta que revolucionou a ciência e pôde proporcionar a realização do sonho da maternidade para milhões de mulheres no mundo, vai ser abordada neste domingo (29), no episódio especial do quadro Mulheres Fantásticas exibido no Fantástico, depois do Domingão com Huck. Quem vai conduzir a atração será a apresentadora Poliana Abritta, de 50 anos, mãe de trigêmeos, em uma gestação oriunda deste avanço da medicina. Também mãe de trigêmeos concebidos via FIV, Fátima Bernardes, de 63 anos, participará narrando a história em animação da inglêsa Jean Purdy, que se dedicou a um projeto científico para ajudar mulheres que não conseguiam engravidar. Jean e seus colegas não tinham dinheiro para as pesquisas e usavam materiais improvisados. Após muitas tentativas e falhas, a equipe pensou em desistir, mas ela continuou abraçada a esta causa por mais de dez anos, até que deu certo. Em 1978, nascia Louise, a primeira bebê de proveta do mundo. No entanto, o nome de Jean foi apagado da história da ciência. Anos depois de sua morte, com o esforço dos companheiros de pesquisa e de milhares de mães de crianças, ela finalmente foi reconhecida. O quadro também conta a história da brasileira Livia Eberlin, que desenvolveu uma tecnologia capaz de identificar células cancerosas. Poliana viajou a Houston, no Texas (EUA), para conhecer a tecnologia que está sendo testada no maior centro de pesquisas e tratamento de câncer do mundo: uma caneta cirúrgica. “Numa cirurgia de câncer, existe uma preocupação bem grande que você retire todo o tecido que é afetado pelo tumor. Porém, não é fácil olhar no tecido durante o processo cirúrgico e saber exatamente onde que o tumor termina, e onde que é o tecido normal. Eu comecei a pensar o legal que seria a gente trazer a tecnologia que temos no laboratório, de um instrumento, um equipamento que seja fácil de ser utilizado na sala cirúrgica. E aí que veio a ideia da caneta”, explica Livia Eberlin, que é filha de um professor na Unicamp e, enquanto esperava que a jornada de trabalho do pai terminasse, passava horas no laboratório, transformando aquele ambiente, desde muito cedo, em algo familiar.Apresentadora Poliana Abritta com a doutora Livia Eberlin, em Houston, no Texas (EUA)Globo/DivulgaçãoAnimação da cientista inglesa Jean Purdy, uma das responsáveis pela descoberta da Fertilização in VitroGlobo/Divulgação





Fonte: TV Alagoas

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