Durante um voo internacional entre Brasil e Holanda, um carregador de bateria começou a soltar fumaça dentro da cabine, gerando pânico entre os passageiros e obrigando a aeronave a realizar um pouso emergencial. Ninguém se feriu.
O que ocorreu
A bordo, um aparelho de carregamento conectado a uma tomada caiu em curto e iniciou uma pequena combustão. A fumaça se espalhou rapidamente pelo ambiente, acionando o protocolo de emergência. A tripulação agiu prontamente, utilizando equipamento para conter a fumaça e informando os passageiros sobre a situação.
Sem compromisso com prejuízo à segurança, o comandante optou por desviar o voo para o aeroporto mais próximo. A aterrissagem foi realizada em segurança, com evacuação controlada e sem necessidade de atendimento médico.
Resposta da tripulação
O time de cabine vestiu máscaras contra fumaça e utilizou extintores disponíveis, demonstrando treinamento eficaz diante de emergências. A comandante creditou a rapidez da equipe pela ausência de feridos e pela contenção precoce do incidente.
Cenário e contexto
Incêndios causados por carregadores e baterias de lítio têm sido mais frequentes em voos recentes, especialmente quando conectados por longos períodos ou com sobrecarga. A falha pode ocorrer mesmo em cabos certificados, especialmente se houver superaquecimento ou problemas elétricos internos.
Áreas da cabine afetadas pela fumaça foram isoladas, ventilação reforçada e ventiladores ativados para dispersão. Após pouso, técnicos inspecionaram o compartimento elétrico, descartaram o equipamento e realizaram limpeza adicional antes da liberação da aeronave.



